Artigos

Print serve como prova?

Como nossas comunicações são digitais, como comprovar que o fato existiu realmente? A Internet é meio volátil, facilmente falsificável, adulterável, além do fato do material ter a possibilidade de ser apagado a qualquer momento.

novo CPC, Art. 369 até permite, mas prints não são provas recomendáveis para processos judiciais, já que são fáceis de modificar (como é o caso do app whatsfake, por exemplo, que imita visualmente uma conversa real do aplicativo de mensagens whatsapp e não há distinção visível entre um material forjado pelo app e uma conversa verdadeira).

A única forma confiável de registrar materiais da internet como meio de prova (incluindo conversas de WhatsApp, facebook e instagram) em relação ao seu conteúdoe preservação é a utilização de técnicas forenses (ISO 27037) e preservação de cadeia de custódia do material digital (Pacote Anticrime) em seu registro.

Há três passos a considerar para atendimento a estas exigências: Primeiro, o espelhamento técnico do fato digital com o máximo de detalhes relevantes e auditáveis; segundo, com um ambiente controlado que evite contaminações (intencionais ou não) e por fim, preservação da confiança dos procedimentos, através de um meio confiável de criação de prova de INTEGRIDADE e ANTERIORIDADE, garantindo que este material se mantém preservado de forma íntegra e imutável desde seu registro.

A solução tecnológica da Verifact (www.verifact.com.br) executa consistentemente esses 3 passos na captura e preservação de provas digitais online. O próprio usuário faz o registro do material na plataforma, acessado a partir de um computador ou notebook com internet.

A ferramenta é utilizada por escritórios de advocacia, empresas (como Catho, Ticket, Habibs), Polícia Civil do Paraná, Ministério Público da Bahia e pessoas que foram vítimas de algum incidente envolvendo a internet.

Basta criar um login no site da Verifact, comprar créditos pré-pagos (são R$ 69 para cada relatório a emitir),seguir as orientações da plataforma e fazer o registro. Dentro de alguns minutos serão disponíveis para baixar em cada sessão de captura: um relatório técnico no formato PDF-A, arquivo ZIP com telas, vídeo capturas e arquivos baixados, além de arquivo ZIP com metadados técnicos da sessão (Ver exemplo de materiais baixados e demonstração)

Basta baixar os arquivos encaminhar para o processo, delegacia especializada ou canal de denúncia.

trário, a sua manifestação de última vontade pode não ter amparo legal e, por conseguinte, ser considerada nula.


Texto originalmente publicado em: https://verifact-tecnologia.jusbrasil.com.br/artigos/929875971/print-serve-como-prova?ref=feed

You may also like